Publicado por: Danilo Regi | Outubro 5, 2009

A história da internet

Nesse post conto um trecho da história da internet, o texto compõe o meu tcc sobre iptv usp que será exposto no final do semestre. A maioria dos links é para wikipédia, trazendo mais informações sobre os verbetes. O texto é provisório e está sendo revisado mediante a preparação do tcc, logo ainda não está no seu formato final, futuramente poderá conter fotos e mais dados. Também publicarei outros posts complementando esse. Caso encontre algum erro, por favor, entre em contato ajude para que o conteúdo fique melhor não só para mim, mas pra todos nós!

De onde veio isso tão comum que nominam internet?

Retomar o surgimento da internet é importante porque as bases tecnológicas e ideológicas que forjaram esse meio estão por trás dele enquanto fenômeno de renovação tecnológica. A rede só se tornou um meio fortemente colaborativo de fácil acesso (em relação a outras tecnologias de comunicação) e praticamente universal com respeito a compatibilidade devido à idealização pontual de muito de seus precursores. Pra contar essa história melhor, uma das nossas bases é a retomada histórica que Castells (2003) faz em “A Galáxia da Internet”, vamos lá.

De acordo com Castells (2003), no fim dos anos 50, nos EUA, em meio aos esforços americanos para fomentar pesquisas militares no começo da corrida espacial, no auge da Guerra Fria, a internet foi criada pelo departamento de defesa, a Advanced Research Projects Agency (ARPA), em 1958. Tinha por objetivo mobilizar recursos de pesquisa no mundo universitário e obter superioridade tecnológica em relação à União Soviética, que lançara o satélite Sputnik, em 1957. Em 1962, foi criado o Information Processing Tecniques Office (IPTO), um departamento da ARPA, com objetivo de “estimular a computação interativa”. Uma das frentes de trabalho do IPTO foi criar uma rede entre os computadores da ARPA para aproveitar melhor on-line (ou seja, em tempo real) o tempo de computação da ARPA. Foi assim, numa agência de projetos avançados militares, buscando aumentar a eficiência de trabalho de seus computadores, que surgiu, em setembro de 1969, a Arpanet.

Para construir essa rede, a Arpanet utilizou uma tecnologia nova de transmissão de telecomunicações, a comutação por pacote, desenvolvida independentemente por Paul Baran e Donald Davies. Essa tecnologia permitia uma rede de comunicação descentralizada e flexível e foi proposta por Baran ao Departamento de Defesa como um sistema de comunicação militar que fosse capaz de sobreviver a um ataque nuclear. Os primeiros nós da rede foram criados em 1969, e em 1971 já havia 15 nós ligando os principais centros universitários de pesquisa. Leia Mais…

Publicado por: Danilo Regi | Setembro 27, 2009

Frejat, Zélia Duncan, Fernanda Takai e Orquestra

Nesse post fotos, vídeos e o comentário sobre o show

Foi bem gostoso o show hoje no Ibirapuera, com Frejat, Zélia Duncan, Fernanda Takai e a Orquestra Arte Viva. Estava combinando com  o dia ensolarado ou com o vestido primavera como Duncan mesmo se disse. Ouvimos a abertura da Orquestra Arte Viva tocando Trenzinho Caipira em comemoração ao cinquentenário de morte de Heitor Villa Lobos. Depois a voz suave de Fernanda Takai, muitíssimo delicada cantando Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos de Caetano Veloso.

Fernanda cantou mais duas músicas e chamou Zélia Duncan com quem fez companhia no palco por uma canção.

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Publicado por: Danilo Regi | Setembro 21, 2009

Luz negra de Goeldi

“Cada traço é um pedaço de nervo com a veemência de um coração bárbaro”

Foto de Julia Mota publicada no flickr

Foto de Julia Mota publicada no flickr

Dia desses pude conhecer melhor o trabalho de Oswaldo Goeldi, autor da frase acima, o nome, confesso, não me era familiar, mas pela vitrina da Caixa Cultural na Av. Paulista, vi um quadro que me lembrou um livro de literatura do colegial (era a gravura “Chuva”). E foi por essa altura que havia lido pela primeira vez sobre o expressionismo uma tendência nascida na Europa, em especial na Alemanha no fim do século XIX, em que os artistas retratavam a realidade enfatizando – ou distorcendo – os detalhes que lhe chamavam a atenção (ler sobre expressionismo na Wikipédia).

A tendência ganhou maestria, por aqui, nas gravuras de Goeldi, artista brasileiro nascido em 1885 no Rio de Janeiro. Filho de um cientista suíço ilustrador da natureza, Goeldi passou a infância em Belém, no Pará. Aos 6 anos, voltou com a família para Europa, passando por lá por todo o período da I Guerra e regressando em 1919. Antes disso, em 1917, havia abandonado a escola de Politécnica de Zurich para ingressar na escola de Artes de Genebra. De volta ao Brasil, começou a desenhar para o jornal A Manhã e para a revista Para todos, em 1926 ilustrou Canaan de Graça Aranha. Em 1941 ilustrou Guerra e Paz de Dostoievski. Nesse tempo já tinha participado de várias exposições internacionais e por volta de 1950 já era reconhecido internacionalmente. Este é um resumo bastante sintético da biografia de Goeldi veja mais no item biografia no site oficial sobre o artista. O artista morreu em 1961.

Mas voltando as impressões… me chamou muito a atenção o fato do autor utilizar muito o preto, não é muito comum. Isso por si só chama atenção, dessa forma ganha grande destaque algumas impressões que ele quer passar, assim é “Chuva” que se concetra num de seus símbolos, o guarda-chuva.

Conversando com a monitora da exposição, Marili Serafin Leia Mais…

Publicado por: Danilo Regi | Setembro 10, 2009

Sabor natural de limão na Galletita Havanna

A Galletita é uma delícia por definição cara e rara, he he, é porque as doses são pequenas (25g), pra quem está acostumado a comer meio pacote de bolacha… aaahh, mas compensa experimentar, a naturalidade do sabor de limão nessa espécie de bolacha recheada é difícil de se encontrar… ao menos eu nunca provei algo assim em termos de recheio de limão. É um sabor bem presente, embora suave, o recheio parece realmente (e não só como diz as muitas propagandas) derreter na boca e espalhar sabor. Já as bolachas são levemente crocantes e para dar uma idéia, é como se fossem da massa da passa tempo só que mais aprimoradas, mais macias a fabricante é a argentina Havanna – marca muito conhecida pelos seus alfajores. Essa aí da foto eu ganhei de uma amiga que me trouxe da Argentina, Mari, muito obrigado!

Mas você pode encontrar por aqui em São Paulo em quiosques em alguns shoppings como Center 3, Eldorado e Villa Lobos, vou dar uma olhada no valor e escrever nesse post. Deixa eu comer o restinhos que sobrou da minha.

Ah, também experimentei o chocolate ao leite da Havanna, a opinião está aqui.

Pra quem quiser dar um pulinho no site da Havanna, o link:  http://www.havanna.com.ar/

Publicado por: Danilo Regi | Setembro 10, 2009

Chocolate ao Leche Havanna

Quanta expectativa para experimentar o chocolate argentino da marca Havanna! Conheci, por intermédio de uma amiga, a bolacha Galletita (veja o post) que adorei, depois descobri que também havia chocolate ao leite, logo imaginei que também eram de outro mundo, aliás, a marca também é reconhecida pelo seus Alfajores. E corri muito atrás, por aqui, nos quiosques da marca, mas  ele nunca que chegava e, depois de meses, uma amiga minha, a Mari, trouxe de uma viagem a Argentina o tão esperado chocolate. Muito obrigado Mari, enfim eu pude experimenta-lo, eis a opinião:

É melhor se apegar à Galletita, o chocolate não desponta da mesma forma, ele é gostoso, mas não chega a empolgar, é como se fosse o nosso chocolate de marcas nacionais correntes com um pouquinho só mais de: cremosidade, sabor forte e menos doce. Fica elegante, não digo que não, mas é que por aqui você vai encontra-lo por R$ 13,00, acho muito cara por ele. Pra quem quiser experimentar o chocolate ou a recomendada Galletita você pode encontrar por aqui em São Paulo em quiosques em alguns shoppings como Center 3, Eldorado e Villa Lobos.

Pra quem quiser dar uma olhada nos produtos da marca, segue o liink: http://www.havanna.com.ar/

Publicado por: Danilo Regi | Agosto 23, 2009

A percussão corporal e a interação com o público de Barbatuques

Que sons você consegue produzir com seu corpo?
Palmas? Gritos? Tapas? Pisões?
O grupo Barbatuques que tocou no Sesc Pinheiro, nesse 22 de agosto, levou ao limite a capacidade de sons do corpo.
Limite?… Eles fazem música ritmada e boa com uma percussão corporal contagiante.
O grupo surgiu como um “núcleo artístico e pedagógico que pesquisa a percussão corporal” iniciado por um dos integrantes em 1995. De lá pra cá, dois cds, um dvd e shows no Brasil e no exterior (veja o site do grupo).

Foi com essa música que eles abriram o show, ouça que bonito som eles lançam por volta de 1:30:

Depois já emendaram na Baianá, com ritmo mais marcado e forte: Leia Mais…

Publicado por: Danilo Regi | Julho 30, 2009

Fotos do Encontro de Fuscas em Monte Sião

Enfim, o post com mais fotos do 3º Encontro de Fuscas de Monte Sião…

Mas, por falar em Monte Sião (além das fotos de fusca, abaixo nesse post), a cidade do tricô, dá só uma olhada na decoração da cidade para os visitantes, até as árvores estavam vestidas e os orelhões também são de tricô:

Voltando a exposição, olha esse fusca marronzinho de 72, mais clássico:

Hum, tinha esquecido de mostrar o interior do Herbie: Leia Mais…

Publicado por: Danilo Regi | Julho 29, 2009

Fotos ilimitadas para o blog

FLickr conta ProO blog agora conta com a presença de uma conta ilimitada de fotos do flickr.

Um postezinho atoa pra dizer que como a conta do Flickr estava estourando (só pode ter até 200 fotos) tive de comprar a conta Pro. Para interessados e curiosos está R$ 45,90 por um ano e traz alguns benefícios como tamanho da foto ilimitado, bem como número de uploads por mês e no total, estatísticas de uso a la analitcs e… bom mais alguns benefícios, ainda preciso testar o vídeo qualquer dia desses.

Ah, com relação ao tamanho das fotos, ainda preciso ver se é o caso de continuar com a resolução de 1000 pixels, resguardando o arquivo, ou deixá-las com 3000 mil… a se pensar…

De concreto, amanhã coloco as fotos da exposição de fuscas que estão faltando.

Té,
Danilo.

Publicado por: Danilo Regi | Julho 26, 2009

Exposição de fuscas na Terra do Tricô

Tirei bem mais fotos, mas a minha conta no flickr estourou, vou gastar uns trocados e transforma-la em pro, daqui uns 3 dias (pagar o boleto) coloco todas as fotos.

Hoje dei um pulo em Monte Sião, a terra do tricô, no sul de Minas. Fui com a família, fomos comprar algumas roupas, mas já esperávamos encontrar uma exposição de carros antigos, de que ouvimos falar…

Vimos, foi muitos fuscas, claro, o que estava rolando, na verdade, era o 3º Encontro de Fuscas de Monte Sião, reunindo vários clubes de amantes desse carrinho de design marcante. Na parça, alguns muito bem cuidados, outros famosos. Paixão por carro, como muitas paixões positivas e hobbies é admirável. Olha só o fusca Herbie, que aprontou nas telas do cinema pelos anos 70:

Isso sem contar no fusca símbolo da exposição, a caráter com o dia frio, todo encapotado com tricô nos mínimos detalhes, todo mimoso, he he.

Uma variantezinha tunada: Leia Mais…

Publicado por: Danilo Regi | Julho 18, 2009

Os reis preguiçosos

Seguindo o conselho do apresentador de “Os reis preguiçosos”, que fui ver hoje, de tardezinha, da companhia francesa Transe Express, vou recomendar aos amigos que vão assistir a essa peça que ainda poderá ser vista gratuitamente amanhã, 19, no Parque do Ipiranga às 18h30.

Cheguei meio atrasado, felizmente a peça me esperou e começou às 19h. No primeiro momento achei que tinha perdido a melhor parte, porque esperei no lugar errado e perdi, digamos, o melhor ângulo do cortejo da rainha.

A rainha estava em um dos 6 carros alegóricos com os reis preguiçosos que circularam nos jardins do Ipiranga, todos com música própria ao vivo e de boa qualidade. Cada um com tonalidades de cor e som bem diferentes.

Muita gente compareceu ao espetáculo gratuito, mas muita gente mesmo, lotando todo o jardim do Ipiranga. Os músicos, bailarinos, os artistas da companhia estavam ali, ao alcance do público, interagindo com ele. Virava e mexia, o rei pedia uma música fúnebre e os músicos iam se abraçar num choro meloso no aconchego do público. Se revezando, moças da platéia faziam ‘a corte’ do rei dentro de sua carruagem.

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