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	<title>Danilo Regi de Almeida</title>
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	<description>Veja, refletida nas rasas poças do caminho, a profundidade infinita do céu</description>
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		<title>Scientia Vinces e o Universo restringido</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 11:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo um montão sobre as discussões de se a Polícia Militar deve ou não entrar e policiar o campus da Universidade de São Paulo, eu gostaria de contribuir com algo que acho básico, base, mas que estranhamente não vi à mesa da discussão até agora. Estou sentindo a falta de idéias nessa discussão. Calma! Não estou chamando os interlocutores de burros por tabela&#8230; com “idéias” estou evocando o mundo ideal, pois é nele que devemos mirar quando a realidade vira novamente uma bagunça, é pra lá que olhamos e falamos, opa!, era pra esse lado que nós estávamos indo&#8230; eis a direção que devemos seguir.</p>
<p>E qualé essa direção na USP?</p>
<p>Taí, a USP é um caso emblemático, posso citar a Universidade de São Paulo tranquilamente porque de forma ideal, ela definiu, claramente em uma sentença inequívoca, a sua finalidade e também meio.</p>
<p>A Universidade de São Paulo e seus membros formados ou em formação não vencerão pela força da criação da lei,</p>
<p>Eles&#8230; não vencerão com base em julgamentos fundamentados na lei,</p>
<p>Eles tão pouco vencerão pela ação, pela execução de tais normas&#8230;</p>
<p>A USP indica que ali, dentro daquele Universo, qualquer um só poderá vencer pela ciência.</p>
<p>Scientia Vinces – eis o lema da USP, algo que no latim significaria “pela ciência vencerás”. Note, não há qualquer ambiguidade, não nos resta qualquer dúvida. Jamais um membro forjado ali, naquele Universo, poderá vencer pela arma, pela ludibriação, ele só conseguirá fazê-lo por meio da ciência.</p>
<p>Nem todas as Universidades Públicas brasileiras foram tão felizes ao levar, já de cara, de chofre, o meio e fim a que vieram. As Universidades correm, atuam, a parte de quase tudo, elas foram criadas, sim, por outros dois poderes e obedecem, sim, ao julgamento do terceiro, mas estão e são independentes de qualquer pressão de todos e cada um deles.</p>
<p>Assim o conceito de universidade foi forjado &#8211; por volta de 1150, na Europa &#8211; e até então não encontramos modelos igualmente eficazes que, por meio da ciência, promovam mudanças contínuas para o bem da sociedade. Também não poderia ser diferente, se a Universidade se subjugasse ao Executivo ou ao Judiciário ou ao Legislativo o seu gigante &#8211; porém frágil &#8211; Universo sofreria um duro golpe, pois a ciência ideal é sempre imparcial (dentro dos limites da nossa condição humana). Sempre. Não é à toa, que, dentre outras pautas, vez e outra você vê os docentes e discentes se queixando da influência do mercado sobre as linhas de pesquisa da Universidade, porque essa influência pode romper com aquela máxima da independência do pensamento acadêmico.</p>
<p><strong>Mas o que a Polícia Militar tem com isso?</strong></p>
<p>Ao que parece, tudo. A Polícia é um instrumento ligado a um dos poderes, o Executivo. Portanto pode facilmente deturpar todo o meio e fim da USP, e de qualquer outra Universidade Pública. Pode chegar lá e vencer pela arma (pelo canhão, como ouvimos em hinos de algumas nações). Notem, os policiais enquanto a paisana, não estão barrados ao interior da USP, ninguém o está. Nesse Universo, só o que deve ficar de fora são as suas armas de fogo ou de qualquer outro tipo. Isso se dá para que a ‘briga’ seja igualitária, pareia, justa! Ideias contra ideias, cujo resultado será a inovação. É por esse confronto que a USP preza, é para isso que ela existe.</p>
<p>Mas a Universidade tem sim uma grande restrição! O seu enorme poder, a ciência, não corre livre e solto. Ele não pode ‘mirar’ qualquer coisa com seus potentes ‘canhões’ capazes de mudar realidades, gerar inovações&#8230; Ele se encontra subjugado ao fim maior de quem lhe mantêm, a sociedade. Os outros dois poderes que a criaram, é claro, tomaram o cuidado de dar a destinação correta – por força de lei – ao poder científico da Universidade Pública.</p>
<p>Era necessário que se subjugasse o Universo do saber de alguma forma, pois senão ele poderia virar-se, por exemplo, para o desenvolvimento de armas atômicas, ou pura e simplesmente para benefício de uma pequena porção da sociedade. Mas não, é para o bem da sociedade! Essa é a única restrição desse Universo.</p>
<p>É interessante por hora notar que – embora intrínseco ao meio universitário definido lá atrás – o desarmamento de tudo que não sejam idéias não se dá só dentro da Universidade. Também são proibidas armas nas Assembléias Legislativas, notem que nem os policiais militares, que as guardam internamente, carregam armas. E vem cá, seria possível a presença de sujeitos armados em um julgamento justo num tribunal? Claro que não!&#8230;</p>
<p>A noção é simples e a sabemos desde criança. As ideias são muito poderosas, mas de chofre, nada podem, a queima roupa, contra a força injusta da pólvora mais chumbo. Nem precisa tanto&#8230; quantas vezes na infância não te deram um safanão pra ficar quieto!? Calaram as suas ideias&#8230;</p>
<p>Não tínhamos que ir muito longe para jogar luz sobre a questão “PM no campus”, a resposta já estava lá, desde o surgimento da USP: não é pela arma, é pela ciência que vencerás!</p>
<p>Essa noção, inata a instituição USP, já foi muito mais óbvia e clara para os seus temporários membros, em tempos de ditadura. Nesse período, estava claro que a polícia e o exército obedeciam a um dos poderes e adentravam o campus universitário para fazer calar o mundo dos argumentos, das idéias. Simples! Era por que esse mundo discutia esse poder e mostrou por A+B que ele não era o melhor para a sociedade.</p>
<p>Mas a história continua e a USP vai seguindo bem nos seus trilhos, seus membros olham aqui, olham ali, estudam, inspecionam e vão apontando: Ei! mais pistas para a marginal Tietê não é a melhor solução; São Paulo precisa de mais transporte público; a defasagem em linhas de metrô é de X km/ano; o padrão de TV Digital mais adequado para o Brasil seria o Y, por tais argumentos; a Polícia Militar paulista está inadequada, pois matou mais que toda polícia americana&#8230;</p>
<p>As idéias não param! Vivem avaliando – também se avaliando – e trazendo, apontando inovações. Inovações que muitas vezes constrangem os membros dos 3 poderes constituídos, oras, que, loucos da vida, esbravejam! Eles podem! Mas aqui, dentro da Universidade, só podem se vierem munidos de idéias. De comprovadas idéias. E só.</p>
<p>Agora que demos uma olhada no mundo ideal, puxado pelo lema da USP “Scientia Vincis”, vamos ver se há algum exagero. Será que o Executivo poderá influir na USP?</p>
<p><strong>Os tempos de ditadura nos deram muitos exemplos, comprovamos por lá, mas e hoje?</strong></p>
<p>Não faz muito tempo, foi no ano de 2007.</p>
<p>Vindo do poder Executivo, num decreto, em uma canetada sem discussões, o governador da época decidiu alterar toda a ordenação de idéias da Universidade de São Paulo. Muito estranhamente ele decidira (entre outras coisas) que a partir daquela canetada, quem decidiria o que era idéia que receberia mais verba (pesquisas operacionais) e o que receberia menos verba (pesquisas de base) seria, nada menos, do que a secretaria dele, o próprio executivo.</p>
<p>Visto que o regime já era democrático, talvez nunca se vira antes um absurdo tão redondo, tão perfeito!</p>
<p>Mas a USP o encarou, não pelos adjetivos que eu acabo de colocar (nada imparciais). A Universidade o encarou como sempre fizera com qualquer matéria. Ela pôs-se a questionar, testar, medir resultados. Como seria uma Universidade Pública em que as pesquisas de base são deixadas de lado em prol das operacionais?</p>
<p>Seus mestres, doutores e livre-docentes não demoraram muito pra se lembrar da pesquisa de base que levou ao desenvolvimento do transistor (hoje presente em quase todos os equipamentos eletrônicos) e logo foram pipocando mais e mais casos exemplares&#8230; a USP reuniu um montão de idéias e rechaçou fortemente e bravamente a tolice daquele governador. Fez o que tinha de fazer, falou: não senhor! Seguindo por aí, a sociedade perde! O senhor está errado!</p>
<p>Mas dessa feita o Universo das idéias foi obrigado a lutar! Por isso eu disse &#8216;bravamente&#8217;, pois o errado governador colocou, de forma injusta e desmedida, contra as idéias da Universidade Pública, a força das armas que encontrou à disposição. E foi um Deus nos acuda em termos de ocupação e mobilizações (todas desarmadas, movidas por ideais) para poder gerar pressão suficiente que fizesse o governador admitir e apagar a tolice do texto legal que ele mesmo assinara.</p>
<p>Eis uma das histórias que acho mais emblemática para exemplificar como a USP pode ser ameaçada. Aliás, ela o é sob muitos outros pontos de vistas e devemos lutar contra todos eles. Porém, quando falamos na Polícia Militar, estamos lidando com um outro ente muito mais poderoso, o Executivo. Embora ele seja contra balanceado pelos outros dois poderes, mesmo assim, consegue muitas vezes ameaçar o mundo das idéias que é tão caro para as inovações e melhorias que a nossa sociedade precisa.</p>
<p>Quem ainda não se cansou nesse calmo texto deve estar se perguntando: ué, mas e a violência? E o roubo? E aquilo que se concretiza nas ocorrências policiais que vemos no campus!? Eles não restringem o pensamento? Não o constrangem, gerando medo e mesmo ceifando a vida?</p>
<p>Sim. E já foi dito, o mundo das idéias é bem frágil, qualquer perturbação pode deturpá-lo, como num ruído em meio a um jogo de xadrez. Mas se vimos que a solução não se dará pela polícia, então como faremos?</p>
<p>Não à toa, no campus existe uma Guarda. Senhoras e senhores das idéias, atentem a palavra que lhe dá nome, é “guarda”, o intuito é de guardar, de resguardar, de proteger, não o de policiar.</p>
<p>A opinião do integrante da USP que lhes escreve é a de que a Guarda Universitária deveria ser bem reforçada, deveria dar conta do campus. Mas, deixando a minha opinião de lado, outras medidas são sugeridas em outros foros. Por exemplo, abrir e iluminar o campus, o tanto quanto possível &#8211; dizem os integrantes do movimento estudantil – dentre outros – que é por aí que passa a solução.</p>
<p>Mas quem mesmo poderá apresentar uma solução mais adequada por A+B é a própria USP. Vamos discutir como resolver a questão da insegurança no campus! A USP serve pra isso. Para os membros das comunicações e artes (ECA), fica até mais fácil, é só cruzar a rua e trocar uma idéia com o pessoal que vem, há anos, estudando as causas, consequencias e tudo ligado a violência&#8230; vamos envolver o pessoal do NEV (Núcleo de Estudos da Violência). Vamos envolver todos os demais pensadores da USP e ver o que eles têm a dizer sobre isso. Será que precisarão de mais tempo de pesquisa? Então vamos abrir o espaço para ela! A USP tem autonomia e é para isso. A Universidade está aí para avaliar os diversos aspectos da sociedade e se não tem habilidade ainda, abre novas fileiras de pesquisa (o que acho que não é o caso para essa questão). É pra isso que ela serve e, por favor, é nisso que ela é capaz. Olhar, refletir e encontrar soluções.</p>
<p>Talvez a minha solução não seja a mais adequada, só pra finalizá-la gostaria de dizer que, na minha opinião, os gastos com a guarda, mesmo que relativamente altos, são despesas essências para a manutenção desse incrível universo USP. Mais importante!  &#8211; A USP – hoje deturpada por um reitor que não está mais agindo movido pelo reino das idéias de eficácia acadêmica –, a USP deveria servir de exemplo com uma guarda que não resulte em mais violência e muitas mortes como a Polícia Militar paulista. A guarda universitária poderia e deveria ser um protótipo de como uma “polícia” deveria agir na sociedade. Notem, obrigada pela canetada do reitor, a USP está deixando de inovar num assunto muito caro a sociedade. Novamente, a Polícia Militar paulista já matou, em cada um dos últimos 5 anos, mais gente que todas as polícias norte-americanas juntas&#8230; quer tema mais básico a ser discutido? Está mais do que na hora do mundo das idéias se rebelar – como fez daquela feita dos decretos &#8211; contra a canetada do reitor e dizer: não senhor! O senhor errou!</p>
<p>Nesse parágrafo aqui do texto, caberia uma enorme explanação, ligando os pontos dessa história que dentre outros envolve, PM, executivo, governador, reitor, campus, eleições, protestos, pois os sucessivos reitores da USP não vem “errando” na questão da PM no campus por mero acaso (lembremos da reitora que precedeu o atual reitor). Eles são escolhidos de forma extremamente restrita dentro da USP em número de três e, absurdamente, depois, um é escolhido pelo governador. Em resumo, como vimos, o próprio reitor representa um desbalanço e uma ameaça ao Universo de idéias USP. E o mundo das idéias já se cansou de mostrar por A+B que essa distorção precisa ser corrigida, pois gera danos a sociedade. Numa digressão, eu vou me lembrar da Universidade do Vale do Sapucaí, lá de Pouso Alegre (MG), cidade em que cresci. Naquela Universidade privada, bem mais nova que a USP, a escolha do reitor se dá por 60% de docentes, 20% de alunos, 20% de funcionários. Não sei se essa é a divisão ideal, mas é vastamente mais democrática que a da USP. A Univás e muitos outros Universos de Idéias, Brasil a dentro, tem bastante a ensinar pra USP em termos de gestão mais democrática e transparente&#8230; e os resultados, a USP vive infelizmente colhendo&#8230; somos nós aqui nos engalfinhando por conta da canetada errada reitorial.</p>
<p>Que tal agora resolver a questão à moda USP? Que tal pôr seus entes pra dialogar e expor o que andam estudando sobre a questão e caminhos para solução?</p>
<p>Por tudo isso, só lhes peço esse favor, caros amigas e amigos, discutam, essa é nossa verve e a força de nossas Universidades Públicas, mas jamais entreguem as nossas ideias, jamais as subjuguem à força das armas. Este brilhante Universo, se assim restrito, perecerá.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>&#8230;(só) pela ciência,<br />
vencerás.</p>
<p>Danilo Regi de Almeida<br />
formado pelo Jornalismo da ECA-USP em 2009</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/737/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/737/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=737&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Há um ano eu mergulhava na mais incrível experiência humana em Austin</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 17:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>pois é, 365 dias! Esse dia 18 faz um ano que eu aterrissei na dimensão paradisíaca de Austin, sim, e eu não poderia deixar de relembrar a data e ainda fechar um balanço da viagem.</p>
<p>EXTREMAMENTE HUMANA, foi essa experiência, é o que eu demais ressaltaria, tivesse de escolher uma característica. Como eu adoro conhecer – sempre aos poucos – a diversidade, adorei. Parece que o lugar, Austin-universidade-do-texas-dormitório-TUDO fora feito para mim como uma roupa artesanal, me encaixei, me descobri por lá, como algumas pessoas que vivem essas experiências costumam dizer. Foram sete meses e diferente de alguns relatos que já ouvi de pessoas que foram aos EUA, eu não destacaria a infra-estrutura ou coisas materiais (embora sejam bacana sim), mas a incrível convivência com americanos de todos os Estados Unidos e gente do mundo todo.</p>
<p><a href="http://daniloregi.files.wordpress.com/2011/05/austin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-730" title="Austin" src="http://daniloregi.files.wordpress.com/2011/05/austin.jpg?w=500&#038;h=331" alt="Vista de Austin durante o festival de rock Austin City Limits" width="500" height="331" /></a></p>
<p>E me desculpe, por favor, a forma tão caótica que esse texto vem, mas é que a emoção retorna, me explico. Primeiro a surpresa. Você ouve falar que os americanos são um tipo frio durante uma vida inteira e desde que chega lá, é cordialmente muito bem recebido, palestrado, cumprimentado, apresentado&#8230; você já se choca com preconceito que tinha, não que isso os torne mais quentes, mas há um espaço muito grande para a conversa. Na verdade, é bem mais do que isso – o que vai se notando com o tempo – é uma espécie de civilidade, sim, você é tratado e é incentivado a tratar através de formas mais polidas como “poderia” ou o bom e velho “por favor”, e daí parece que tudo vai ficando mais fácil para estabelecer contato, perguntar etc. Você é sempre recebido com um bom dia quase que sempre sincero pelo atendente e fica de fato mais disposto com isso. Mas essa é só uma das características que gostaria de lembrar.</p>
<p>Experiência muito boa eu vivi em Corpus Christi. Sim, vamos ao começo. Eu me inscrevera em um programa do International Office da Universidade do Texas em Austin voltado para a troca cultural entre alunos do exterior e famílias americanas. O International Office (órgão da Universidade que lida com tudo voltado aos alunos estrangeiros e onde a minha escola de inglês se situava) promovia 3 ou 4 programas diferentes de integração dos estrangeiros aos locais, o Friendship Program era apenas um deles. Através desse programas, alunos estrangeiros seriam meio que “adotados” por uma família americana e seriam recebidos por ela para umas 3 ou 4 refeições, assim eles poderiam conhecer o tradicional modo de vida americano, era esse o objetivo do programa.<span id="more-726"></span></p>
<p>Para esse encontro, os alunos preencheram uma ficha cadastral descrevendo alguns dados básicos como preferências e robies. Muito bem, assim, no dia do primeiro encontro eu conheci a minha família, que, para minha leve surpresa, não era tradicionalmente americana – ou talvez fosse visto a nova dinâmica de imigração praquele país – ela era formada por um filho de pai e mãe mexicanos – porém, que só falava inglês  – e uma filha de mãe coreana e pai americano, um casal singular.</p>
<p>Aah, eu tive sorte amigo! Mas eu não sabia ainda o quanto, porém poderia desconfiar. No dia do encontro, onde todas as famílias se encontravam com os seus um ou dois alunos estrangeiros, havia um “companheiro abandonado” por uma família que faltou. Ele estava conversando com a gente e a nossa família (minha e de um taiwanês) decidiu adotá-lo também, ele era coreano.</p>
<p>Pois bem, assim se desenrolou o programa, o que era para ser 3 ou 4 refeições passou para churrascos muito animados e o que eu considero o momento auge da viagem, uma viagem com a família até a cidade no litoral sul to Texas, Corpus Christi, cidade de morada dos pais do marido. Caramba, foi para por abaixo todos os estereótipos, fomos acolhidos como verdadeiros membros da família. Participamos na hora de fazer recheio para o peru e de várias tarefas para a preparação da ceia. Fomos levados para pescar no dia seguinte (Sim – nós dormimos lá por dois dias!) e fomos realmente muito bem recebidos por todos os familiares da família que nos acolheu que também se reuniram de forma muito calorosa. Quer saber o que achei disso? Achei que a passagem foi mais quente do que costumo ver por aqui, mas essas comparações nunca são válidas, apenas um desabafo.</p>
<p>Mas foi muito além disso. Teve também a vivência com alunos de mais de 20 países diferentes e isso todo santo dia. O ESL (English as Second Language – a escola de inglês da Universidade do Texas em Austin) parecia uma torre de babel. Era dominado por coreanos (43), sauditas (44), e ainda contava com muitos cazaquistaneses  e angolanos além de uma miríade de outros países com menor participação. Era comum sair para uma cervejinha na quinta (dia da beer a 1 dólar) com um monte de coreanos por exemplo e a sala de aula era sempre multinacional.</p>
<p>E não parou por aí. Ainda tive a vivencia do dormitório em que morei no período. Um prédio de aluguel de quartos para estudantes com 22 andares e muitos, mas muitos estudantes da UT de todos os lugares dos Estados Unidos e do mundo. Foi através de toda essa convivência que “me descobri” como uma pessoa carismática, por exemplo. Pois fiz muitos amigos, muitos mesmo e cheguei até a organizar uma festa de despedidas por lá que tiveram bom sucesso.</p>
<p>Tudo parecia conspirar a meu favor por em Austin. Quer mais? Eu ainda ganhei uma bolsa de estudos da escola para a estação do outono – eu viera para a estação do verão e não tinha mais recursos. Eu descobri que após um semestre de estudos, eu poderia concorrer a bolsa (scolarship) escrevendo uma redação justificando por que eu a merecia. Foi o que fiz. E não é que levei!?</p>
<p>Quer mais? O meu roomate, o coreano muito bacana que dividiu o quarto junto comigo durante o verão, também ganhou uma bolsa! Nós levamos 2 das 3 bolsas, e acredite, não sabíamos que éramos concorrentes, fomos saber só no anúncio. Foi incrível.</p>
<p>Também foi maravilhoso conseguir um emprego como tradutor de português no blog trilingue do Projeto The Knight Center para o Jornalismo nas Américas – um projeto da faculdade de jornalismo que visa o apoio e incentivo do desenvolvimento do bom jornalismo nas Américas com foco na América Latina. Poxa, chegar num outro país, ainda aprendendo a sua língua, conviver com jovens de diferentes países, ser super bem recebido por uma família americana, ganhar uma bolsa de estudos e ainda arranjar um emprego na área de jornalismo (!), eu não queria mais nada na vida mesmo.</p>
<p>Olha, não é que eu não tivesse imaginado que poderia ter uma boa viagem/experiência, é que eu simplesmente não conseguiria imaginar que ela poderia ser tão fascinante assim. Até hoje, eu troco emails com amigos feitos lá&#8230; mágico. Deixe-me fazer jus através do convite: visite Austin, veja se a Universidade do Texas em Austin tem uma área do seu interesse ou mesmo vá só para o curso de inglês da Universidade – que te dará os benefícios de um aluno normal – eu garanto que você não vai se arrepender e, no meu caso, foi muito melhor do que pude imaginar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/726/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/726/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=726&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Danilo Regi</media:title>
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			<media:title type="html">Austin</media:title>
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		<title>Tour pela Universidade do Texas (parte I)</title>
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		<comments>http://daniloregi.wordpress.com/2010/06/09/tour-pela-universidade-do-texas-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 13:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Austin Texas]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[austin]]></category>
		<category><![CDATA[campus]]></category>
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		<category><![CDATA[universidade do texas]]></category>
		<category><![CDATA[university of texas at austin]]></category>
		<category><![CDATA[utexas]]></category>

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		<description><![CDATA[Opa, hoje vamos dar uma voltinha pela UT a Universidade do Texas em Austin, uma das 50 melhores universidades dos Estados Unidos e a melhor do estado do Texas. A UT é pública, ou seria melhor dizer, do governo, o termo pública tem outra conotação aqui, nos EUA todas as universidade são pagas, mas as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=673&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, hoje vamos dar uma voltinha pela UT a Universidade do Texas em Austin, uma das 50 melhores universidades dos Estados Unidos e a melhor do estado do Texas. A UT é pública, ou seria melhor dizer, do governo, o termo pública tem outra conotação aqui, nos EUA todas as universidade são pagas, mas as do governo (públicas) são mais voltadas para atender a sociedade. A UT tem mais de 50 mil estudantes e um orçamento anual de 2 bilhões de dólares. Em termos de espaço, para imaginá-la pense numa USP ou numa Unicamp, com algumas diferenças&#8230; vamos ver as fotos.</p>
<p>De onde começamos? Oras, da minha casa! O The Castilian, uma espécie de hotel universitário, não a toa, pois ele fica dentro da cidade universitária, no extremo oeste dela e funciona com a permissão dela, embora seja independente dela. É uma boa opção de morada, mão na roda para os estudantes e já oferece comida.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4659052554/sizes/o/"><img class="alignleft" src="http://farm5.static.flickr.com/4033/4659052554_f23bfeed6e_m.jpg" alt="" width="180" height="240" /></a>Descendo dele, eis a visão da rua abaixo e é só virar a esquina e cruzar a rua para ter a outra foto (dele a distância). E já estamos no quarteirão da UT. O meu andar tá escondido por essa parte mais extensa do prédio, mas a vista de lá é bacana. Aquelas janelas diferentes são a cafeteria que fica no 11 e o resto pra baixo é estacionamento. Na rua, a Guadalupe, a maioria das lojinhas é de comida, o que aqui significa diferentes tipos de hambúrguer ou uma grande variação: o sanduíche!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658577504/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4037/4658577504_bcb3c58666.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Ainda na Guadalupe, a Co-Op, uma parente super avançada das Atléticas brasileiras, ela é gerida por alunos e vende artigos com a marca da Universidade que ao mesmo tempo é o time, o Longhorns. O &#8220;Chifres Longos&#8221;, time da UT é muito prestigiado, seu símbolo é o Red Bull e sua cor o laranja. Você vai ver a exaustão a evocação dessas simbologias nas fotos&#8230; a UT está entre as 10 universidades que mais são queridas pela sua comunidade&#8230; e na Co-Op você pode comprar de tudo com essa cor ou o boi chifrudo do Longhorns. Fico devendo a foto do interior da loja que esqueci, mas imagine um lugar meio plástico como shopping tingido de laranja com muitos produtos laranja de todo tipo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657959505/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class=" alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4021/4657959505_4d96c0f301.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Vamos andando, do outro lado da rua já temos prédios baixos dos dois lados e no meio um bom espaço com jardins e algumas estátuas, me chamou a atenção a estátua desse tal de Cézar Chavez, saca só as frases que vão gravadas ao entorno dele:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658590596/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignleft" src="http://farm2.static.flickr.com/1292/4658590596_eee952399c_m.jpg" alt="" width="180" height="240" /></a> &#8220;Once social change begins can not be reversed&#8221;</p>
<p>&#8220;You can not un-educate the person who has learned to read</p>
<p>&#8220;You can not humiliate the person who feels pride&#8221;</p>
<p>&#8220;You can not oppress the people who are not afraid anymore&#8221;</p>
<p>São frases fortes e que cabem bem na boca de um líder revolucionário, numa livre tradução seriam: Uma vez qur uma mudança social começa ela não pode ser revertida; Você não pode deseducar uma pessoa que aprendeu a ler; Você não pode humilhar uma pessoa que se sente merecedora; Você não consegue oprimir um povo que já não sente medo.</p>
<p>Cézar Chavez, um mexicano que migrou para os EUA foi um líder trabalhista que lutou pelos direitos civis desde os anos 60. Dentre outros feitos, ajudou a fundar a Associação Nacional de Trabalhadores Rurais que em 1970 contava com 50 mil filiados e com isso pressionou pela melhoria das condições de trabalho no campo (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9sar_Ch%C3%A1vez" target="_blank">ver na wikipédia</a>).</p>
<p>Para mim é uma felicidade encontrar uma estátua de um Cezar Chavez logo de cara no campus, me conforta pensar que ele foi homenageado, no país dito como o do capitalismo, um homem que lotou a vida inteira pelo social. Mas veremos que felizmente (diferente de boa parte de outros centros acadêmicos) a UT, embora tendo o mesmo sistema de contas de outros centros, presta muitos serviços a sociedade e diz tê-la como principal objetivo. Bom, vamos andando.</p>
<p>Seguindo pelo caminho chegaremos a frente do prédio central da UT de onde se alevanta a torre, a UT Tower, uma construção fina de muitos andares com um relógio no fim (se fosse fazer uma analogia com a USP, chamaria de O Relógio). Antes, queria chamar a atenção para os detalhes dos prédios, da arquitetura, isso foi o que achei um barato por aqui, o trabalho em alguns acabamentos. Então, antes de virarmos e olharmos a torre, veja só o detalhe de um castiçal do prédio a frente da torre:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658601418/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4024/4658601418_f6a8837594.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a>Dá uma olhada também no edifício em que ela está, principalmente no forro da beirada do telhado ou no contorno das janelas:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658605240/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4055/4658605240_a5f96f07a6.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Bonito não?! Mas isso é só o começinho, há muitos detalhes para se olhar e são tantos que não dá pra mostrar todos, devo dividir esse tour em dois posts, mas mesmo assim só veremos uma parte.</p>
<p>Agora vamos virar para o prédio central, a Torre:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657990671/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4055/4657990671_46222e95ba.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a><span id="more-673"></span>Pode parecer pequena na foto, mas é bem alta, deixe-me chegar mais perto da escada&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658615360/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4035/4658615360_6f432e9974.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Sim, na placa de pedra branca está bem claro o propósito principal da UT: &#8220;Transformar vidas para o benefício da sociedade&#8221; e se tem de um lado, do outro também deve ter algo&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658622490/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4056/4658622490_54ec029f5b.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Bom, são os valores principais da UT, vamos seguindo&#8230; subindo as escadas prédio principal, antes da porta, temos essa área:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658005367/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1265/4658005367_6eaa4d2df0.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Bonito, chão. E essa parede vermelha, como será?</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658635664/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4658635664_eb0080283f.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>E as demais paredes do prédio, amarelas (e de alguns outros prédios) é feita com uns `tijolos` com marcas que parecem simular fósseis de conchas do mar:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658630634/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1297/4658630634_c06fcf0c34.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E ali mesmo, a pedra fundamental da Universidade que é de novembro de 1882. Dentro do prédio também tem vários detalhes bacanas, mas fica pra outra hora porque era domingo e estava fechado&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658639528/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1306/4658639528_ea99296427_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Interessante depois de todos esses micro-detalhes é virar para o lado da rua e se dar conta de uma incrível &#8216;coincidência&#8217;, na mesma reta da torre está o Capitólio, dá só uma olhada:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658021053/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4061/4658021053_dc7e022e6e.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>E se você reparar bem, no final das escadas tem uma estátua que está de costas nessa foto, mas olhando para o Capitólio&#8230; chuta quem é?</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658657064/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4013/4658657064_3453e80d0f.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Não podia ser outro que senão o comandante da revolução americana que proclamou a independência e fundou os EUA, George Washington&#8230;ah, faltou um detalhe (aliás, muito importante nesse momento)&#8230; Segundo a guia da minha escola a simbologia por trás de tal arranjo geográfico diz que se espera que o conhecimento emane da universidade para iluminar quem faz as leis, e o capitólio está de frente para cidade, para que as leis atinjam toda a sociedade.</p>
<p>Se você olhar no fundo da foto do Sr. Washington verá que deixamos de ver uma frase bem grande escrita de fora a fora na extensão do prédio principal. Está escrito lá: YE SHALL KNOW THE TRUTH AND THE THRUTH SHALL MAKE YOU FREE. Pode ver:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658024429/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4051/4658024429_63c780a805.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Algo como &#8220;Vós deveis saber a verdade e a verdade lhe tornará livre&#8221;. O &#8220;Ye&#8221; é um &#8220;you&#8221; formal arcaico, quer dizer, eu acho, também estou aqui pra aprender inglês, he he.</p>
<p>Muito idealismo? No começo também achei, mas depois pensei e mudei de idéia, pois estamos no centro da Universidade onde geograficamente se localiza a sua direção institucional, é o lugar onde estão, ao menos em tese, bem claras as diretrizes para o seu caminho, então achei justo que as &#8216;regras do jogo&#8217; estivessem todas espalhadas por aí na torre.</p>
<p>Antes de sair daqui, deixa eu te mostrar outro detalhe, mais geral, que me chamou a atenção nas construções aqui da universidade (e em algumas outras partes da cidade também), trata-se da sensação de solidez que elas passam. Pense numa divisória de espaços de um edifício que você conheça, pense numa muretinha, agora preste atenção na grossura dessa mureta. Agora olha a espessura das muretas daqui:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658028321/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1279/4658028321_7a83b5d8b0.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Tá bom. Agora eu vou descer reto no sentido do Capitólio, pela reta que vimos noutra foto, chego quase a rua, já tenho uma vista do que tem do outro lado, é uma bonita igreja protestante:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658660676/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1296/4658660676_9da8740678.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>É uma igreja universitária e aproveito a deixa para contar que no campus tem diversas igrejas diferentes e universitárias, logo a frente dessa tem uma católica. Note também que há a religião no eixo central da Universidade por aqui. E eu só consegui essa imagem boa da Igreja porque estou acima dela, ainda tenho mais um nível pra descer, essa aqui da fonte:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658664850/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4050/4658664850_424b185d28.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Entendeu? peraí que vou tirar uma foto de frente da fonte e você vai entender.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658053883/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4061/4658053883_0e9a6f6c91.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Pronto, saímos de lá de dentro do prédio da torre e viemos reto até aqui, como vimos, na nossas costas, ainda longe, está o Capitólio.</p>
<p>Logo ali, do lado da fonte, um casalzinho está tirando fotos com traje a rigor, o laranja da universidade e dos Longhorns, note a charmosa botina da moça. Noutro dia, dia da formatura, todo mundo com tudo igual por cima, as moçinhas desfilavam botinas diferentes e horas antes você topava a cada 100 metros com uma tirando foto em algum ponto fazendo chifrinho com a mão&#8230; bonitinhas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658061221/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1279/4658061221_5e83b87772.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Andamos mais um pouco e cruzamos com o primeiro esquilo de hoje. Eles são muito comuns nas áreas verdes da cidade, principalmente no campus. São tantos que eu penso que eles que dão licença para nós passarmos por aqui&#8230; outra: os esquilos são como os cachorros da Universidade de São Paulo ha ha (mas nenhum me mordeu&#8230; &#8230;ainda &#8211; e sim, eu já fui mordido por cachorro por lá!).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658690618/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1288/4658690618_cee75867ed.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Opa, gostei do arranjo dos banquinhos em torno da árvore</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658083997/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4041/4658083997_0e492ed493.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E logo ali mais embaixo, atrás da árvore tem a escola de Negócios, a FEA daqui &#8211; se fizermos uma comparação com a USP &#8211; a Red McCombs School of Business, por aqui já posso comentar algo diferente do que ocorre nos centros acadêmicos brasileiros. Boa parte dos centros aqui tem nomes de pessoas e não são como a McCombs, com o nome da área a que a escola pertence, eles vem só com o nome da pessoa mesmo, então pra quem está passeando saber, numa primeira olhada, que centro é aquele. Ouvi de um amigo que o motivo talvez possa ser que o nome da pessoa seja uma homenagem devido a contribuição econômica que ela tenha dado. Não confirmei a hipótese com apuração, mas se ele estiver certo, temos uma boa pedra no meio do caminho daquele ideal &#8220;Transformar vidas para o benefício da sociedade&#8221;&#8230; bom, fica só a especulação, mas e que os nomes por aqui &#8211; você vai ver &#8211; são comuns, isso são!</p>
<p>Vamos dar uma voltinha pela FEA daqui. Um canto geométrico:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658717352/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4060/4658717352_9d54be53e5.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Atravessando a passagem do parapeito, vemos o estádio do Longhorns lá no fundo</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658724014/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4035/4658724014_3db8abf981.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Agora, mesmo sendo domingo, vamos aproveitar que a escola está aberta e dar uma olhada. Um hall da fama</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658126133/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4658126133_088bcf9e1f.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Um daqueles painéis de bolsa de valores (poxa queria um desses pra mim&#8230; assim, só pra enfeitar, ha ha):</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658753316/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4056/4658753316_959246bddf.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>De trás desse vidro, uma típica sala nomeada, esse é o Ford Career Center:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658136139/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4015/4658136139_720a143a37.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E chega de Business, certo? Então saio do outro lado da escola:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658742130/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4027/4658742130_5c5f707701.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Encontro uma bonita alameda:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658770020/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4015/4658770020_92f5ce28be.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a>E chego ao Museu de Artes que é formado por dois prédios esse aqui e o outro está a esquerda, depois do jardim.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658155683/sizes/m/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4003/4658155683_4851a09c12.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Um outro ângulo</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658782028/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4658782028_e006b23036.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Outro dia eu volto pra conhecer o acervo. Andando reto na foto de cima, vamos chegar a um cruzamento com um outro edifício repleto de história, dá uma olhada na &#8220;estrelona&#8221; na frente dele e tenta adivinhar que história se conta lá dentro&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658827384/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4048/4658827384_60fbf6c911.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a>Adivinhou? se não deixa eu contar &#8220;The lone star state&#8221; ou A estrela solitária, é como o estado do Texas é conhecido, esse é o museu da história do estado. E essa narrativa começa por fora do museu em 6 grandes painéis, 3 de cada lado, os primeiros:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658189325/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4030/4658189325_4933dc9b45.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E os três últimos:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658816146/sizes/m/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm2.static.flickr.com/1293/4658816146_c06b5051aa.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Eles vão do desbravamento do oeste à corrida espacial, logo eles terão de encaixar a era da internet aí também. Outro dia a gente entra. Vamos andar mais um pouco, cruzamos com outro esquilo, note: no meio da rua! Mas sem problemas, os carros param pra ele passar e de vez em quando ele dá uma paradinha, olha só, he he:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658208783/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4030/4658208783_5e9b648565.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Ali atrás, um amplo estacionamento para bicicletas, Austin é uma cidade com várias rotas voltadas para esse meio de transporte e ele é bastante usado aqui na Universidade</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658835232/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4061/4658835232_47feaf4497.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Tá sentindo falta de gente nas fotos? Eu também. Tem pouca gente, mas tem dois motivos pra isso: primeiro é férias, então o campus está mais vazio, apenas com alguns cursos (sim, você pode fazer disciplinas nas férias também, se quiser) segundo,  é domingo. Vamos andando, hum, tô começando a ficar cansado&#8230; Encontramos um predinho cheio de janelinhas, algum palpite?</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658839030/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4658839030_761083a890.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>É o alojamento daqui, o lugar mais barato que um estudante pode arranjar pra ficar e pra isso ele tem de se antecipar porque as vagas são concorridas! Nas férias fica vazio também porque as férias não estão inclusas no preço, então todo mundo volta pra casa&#8230; ah, como qualquer coisa aqui ele é pago. A assistência estudantil aqui se dá de outra forma que não pela isenção de taxas (e não entrarei na questão se é eficiente ou não em relação ao Brasil), ela vem através de bolsas e empregos no campus.</p>
<p>Andando mais um pouco, rumo ao estádio, encontro esse riachinho:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658847118/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4049/4658847118_4624c709ed.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Opa! Parece que eu vi alguma coisa se mexendo ali! Hum, é sim, uma tartaruga! (ou um jaboti, nunca sei a diferença):</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658851106/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4053/4658851106_3a65077b1d.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E, enfim, a casa dos Longhorns, o estadiozinho do timinho da casa, ou da escola se você preferir:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658232769/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4071/4658232769_b7abba1113.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a>Pois é, só dá pra pegar um pedacinho dele e eu coloquei um carro junto pra te dar melhor noção do tamanho que é, pra vê-lo recomendo o google maps, sério mesmo, é gigante. Os longhorns, cuja a modalidade principal é o time de futebol americano, são a febre eterna da população daqui, o símbolo deles é o Red Bull estilizado no chifrinho com a mão ou numa cabeça chifruda de boi e a cor é laranja forte tipo gari ou cone de alerta de rua.</p>
<p>Ali na rua que contorna esse lado do estádio fica a associação de alunos, o Texas Exes:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658861958/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4658861958_33d4212fa4.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E uma coisa você com certeza não poderá dizer: que eles não honram os grandes nomes que passaram pela UT! Eles honram até de mais!&#8230; por aqui falta céu pra tanta estrela. São dezenas, centenas, milhares! de homenageados em cada espaçinho do chão:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658253123/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4658253123_c7cf5dce5b.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Não sei se essa galera toda mereceu isso, he he, mas é certo que a calçada da fama daqui é muito mais eclética e variada.</p>
<p>E cada espacinho pra se sentar tem um mosaico diferente (no segundo mais nomes, aliás, no primeiro também, mas apenas um homenageado):</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658866552/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4002/4658866552_6371963c8d.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658870344/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4658870344_efa5ce200c.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E, dentre os homenageados, é claro, não poderíamos ficar sem a presença do ilustríssimo red bull:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658879218/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4658879218_1f848a4122.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Achei ele meio magrinho, não é não? Olha a covinha nas ancas&#8230; sei não, acho que deve ser dos tempos de dificuldade&#8230;</p>
<p>Hum, algo importante, também tem a unidade básica da universidade, ou seja&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658888260/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4011/4658888260_8a70e8c511.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>&#8230;o estudante! Mas só se ele devorar bonitinho aqueles livrinhos que estão ali do lado e muitos outros é que ele vai chegar mais perto da porta da associação, no estágio daquela estátua ao lado:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658894924/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4023/4658894924_bdc5ba5e6c.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Sim, a graduada! Depois de muito estudo, esperamos, he he. Essas estátuas estão no centro do edifício, o boi está a esquerda e a direita temos, acredito, uma cena passada tradicional na região:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658902008/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4001/4658902008_9220096c5a.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Não sei se dá pra ver, mas temos um vaqueiro (ou cowboy), provavelmente sua filha e o nascimento de um bezerrinho. Olha por outro ângulo:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658905766/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4047/4658905766_2a6a572a9d.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Note que o bezerrinho e o homem olham pra ela (acho que é &#8216;ela&#8217; por causa do cabelo comprido, mas não tenho certeza). Quase saindo do centro dos alunos, uma estátua pra mostrar que nem tudo é boi chifrudo, ou como devem preferir os daqui, quase nem tudo é longhorns:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658930766/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4034/4658930766_190d111c90.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A Égua Livre, ficou faltando uma estátua pros esquilos, né?! Será que esse povo não assistiu ao Era do Gelo?!</p>
<p>Se você andar mais um pouco, vai chegar até esse tiozinho numa religiosa aparente contradição, ele clama ao céu com o sinal do capeta! ha ha ha</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4026/4658330943_b6ccdc66f5.jpg" alt="" width="375" height="500" /></p>
<p>Na verdade ele está apontando para casa dos Longhorns, é uma estátua comemorativa do centenário do time.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658959038/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4050/4658959038_b0c5d579af.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Legal de ter andado até aqui é que em frente ao Estádio está o prédio de Artes:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658339079/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4013/4658339079_9cd69222f9.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Um exemplo de que os Austinianos vêm chifre até na cabeça de cavalo, os pontos da universidade são decorados com o mascote:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658342135/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4041/4658342135_6592ddcf0d.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Andando mais um pouco chegamos a uma outra face da torre que termina nessa fonte de água:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658347509/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4066/4658347509_e5e8f37bfa.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Contornando essa fonte em sentido a uma terceira face da torre encontramos esse prédio com várias pedras diferentes na frente&#8230; esse é fácil de adivinhar&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658353911/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4056/4658353911_d222c78505.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O prédio de Geociências. Bom, tá ficando tarde e a luz já não está tão boa para fotos, ates de terminar, trombo com esse nobre senhor no meio do caminho&#8230; vamos lá, última charada: quem é ele?</p>
<p>Uma dica: &#8220;Eu tenho um sonho&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658373271/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4033/4658373271_59d9590cd3.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>&#8230;(&#8230;) de que crianças negras e crianças brancas possam enfim dar as mãos e brincarem juntas&#8221;&#8230; ele mesmo, bravíssimo, Martin Luther King!</p>
<p>Depois de renovar a minha energia com o Martin eu encontrei mais um morador do campus:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658999624/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4060/4658999624_992ed10871.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Esse aí, cara de pau, veio ao meu encontro, acho que tá com fome. Aliás olha mais dois perambulando:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4658379367/sizes/o/in/set-72157624054553559/"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4658379367_b0e7b72f5a.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Bom, tem muito mais fotos que não coloquei aqui e se você quiser ver todas que tirei nesse tour (e mais umas nesse dia) elas estão todas num mesmo set no <a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/sets/72157624054553559/" target="_blank">meu flickr.</a></p>
<p>PARA ENCERRAR o meu passeio aconteceu algo bacana, eu estava andando cansado perto da terceira face da torre, atravessando um estacionamento, quando quase tropeço numa&#8230; ?&#8230; tartaruga!?! Como pode uma tartaruga no meio do caminho?</p>
<p>Ao observar seu passinho lento (uma tartaruga pequena) no asfalto quente dos vários metros do estacionamento eu logo imaginei que ela podia se desidratar e morrer ali. Olhei prá lá e prá cá desesperado por ajuda, alguém da Universidade que pudesse cuidar da tartaruga perdida&#8230; e nada, domingo vazio! Foi quando avistei mais adiante um laguinho repleto de tartarugas&#8230; ela estava perdida mesmo e conseguira, não sei como, escalar altas guias. Peguei ela relutante e devolvi para o laguinho, ali um carro podia facilmente passar por cima dela, tadinha.</p>
<p>He he, ainda salvei uma tartaruga!</p>
<p>AH! Faltou muitos lugares para visitar, várias faculdades. Se der eu vou fazer a parte II do TOUR num outro post, outro dia, se não der (minhas aulas começaram) eu faço as fotos e coloco um post aqui chamado.</p>
<p>VALEU!</p>
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		<title>Primeiras impressões de Austin</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 22:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Austin Texas]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegando a Austin, fui recebido pela colega de jornalismo Heloisa Aruth, a partir daqui vou usar fotos para contar as minhas impressões, acho que funciona melhor. Todas as fotos vocês podem encontrar no meu flickr. Fiquei os primeiros dias no Hostel Internacional de Austin. A minha morada definitiva seria o The Castilian, uma espécie de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=640&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegando a Austin, fui recebido pela colega de jornalismo Heloisa Aruth, a partir daqui vou usar fotos para contar as minhas impressões, acho que funciona melhor. Todas as fotos vocês podem encontrar no <a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/" target="_blank">meu flickr.</a></p>
<p>Fiquei os primeiros dias no Hostel Internacional de Austin. A minha morada definitiva seria o The Castilian, uma espécie de hotel universitário voltado para atender a estudantes (e como refeições inclusas).</p>
<p>O hostel fica mais distante do centro a beira do rio que limita a parte mais centra de Austin do sul, o rio Colorado, embora tenha essa nome, não tem nada a ver com o estado americano. O Hostel fica bem na beira do rio, é um local muito gostoso, você anda alguns metros e chega no rio.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4656751279/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4013/4656751279_131257eb16.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Por lá dividi quarto com ingleses, uma australiana e uma francesa, todo mundo legal. O humor num hostel varia diariamente conforme quem chega e quem sai.</p>
<p>O sol se punha lindamente sobre o rio Colorado (talvez por isso o nome dele) e olhando sobre ele podemos ver o centro de Austin do outro lado.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657388068/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4058/4657388068_3dac0ecd91.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Ali nas árvores da região e principalmente na universidade pude ver com facilidade esquilos.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657348394/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4026/4657348394_4a5f0e35d8.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Junto com a francesa e um americano fomos fazer um tour guiado pelo entorno do Capitólio, uma construção colossal que devo retratar em outros posts e que sedia o senado do Texas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657395286/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4006/4657395286_415120974c.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><span id="more-640"></span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4656785809/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://farm5.static.flickr.com/4002/4656785809_5f2bbbd069_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>Lá no topo do Capitólio vemos alguns símbolos que contam a história do estado, o primeiro faz referência a Espanha, o segundo a França e do terceiro em diante, me desculpem, eu não peguei a explicação.</p>
<p>Depois andamos pelas ruas próximas ao Capitólio, na rua Congress, segundo a guia, onde a cidade começou a se formar e pudemos conhecer seus edifícios mais antigos.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657418558/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4011/4657418558_d60370ec45.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos primeiros edifícios de Austin</p></div>
<p>Depois vimos a diversificação do estilo dos edifícios com o desenvolvimento econômico da cidade por volta de 1800 (se não me engano)</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657427052/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4657427052_494c9972f8.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O primeiro arranha-céu da cidade</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657443532/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4005/4657443532_0945a3269d.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Por ali, tapumes desenhados tampam a reforma de uma galeria de arte contemporânea e tudo isso na Congress</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657434960/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4064/4657434960_ca232f6011.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Depois visitamos o tradicional hotel e bar Driskill, um reduto político republicano (fiquei imaginando o Bush fazendo acertos por aqui)</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4656832933/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4030/4656832933_6fb3faa6fb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Na parede do bar, a cabeça imponente do Red Bull, um símbolo do estado e da Universidade do Texas</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657465334/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4657465334_b526e53239.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Depois voltamos ao Hostel. Por lá um dos melhores dias foi quando se formou uma mesa com diversos americanos de vários lugares, alguns ingleses e um australiano conversando besteiras. Sabe aquela cena de filme em que uma negra fala um monte de bobagem e todo mundo ri? Então, justamente, conheci uma das americanas mais amigáveis até então, a Danielle, quem sabe vá visitá-la em Houston&#8230;</p>
<p>Mas o Hostel ainda me reservaria uma ótima surpresa. Um outro dia cheguei e escutei a minha música predileta sendo tocada ao piano, Cânone de Bach../ é claro que eu não podia deixar de gravar:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2010/06/02/primeiras-impressoes-de-austin/"><img src="http://img.youtube.com/vi/CzkFI6ONIXc/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>E os meus dias acabaram pelo hostel, na verdade eu fiquei bem menos que reservara porque na visita até o The Castilian eu descobri que poderia me mudar com antecedência pagando o mesmo preço. Então para encerrar essa primeira fase de contatos vamos aos primeiros momentos na região próxima ao centro onde fica o The Castilian, que também fica dentro da universidade. Taí meu novo quarto:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4656902173/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4066/4656902173_409c3d581f.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Sim, ele tem duas janelonas gigantes que deixam entrar muita luz e tem um razoável vista da cidade e fica no décimo segundo andar. Por aqui o primeiro problema que enfrentei foi o ar-condicionado&#8230; há um em todo canto da cidade e como não podia deixar de ser, também há uma saída no meu quarto e que é compartilhada para o quarto ao lado (o banheiro também) ou seja, eu não posso simplesmente desligá-la, a saída depois de um resfriado foi tacar uma toalha dobrada na frente dela&#8230; só para vocês terem noção, enquanto aqui dentro ficava uns 18C, lá fora deve estar uns 29C!</p>
<p>Mas coisas legais desse primeiro contato? A mega festa de formatura da Universidade do Texas em Austin, sim, como nos filmes, todo mundo de beca e toga&#8230; todo mundo igual. Milhares, milhares de pessoas, um mar negro de formandos&#8230; por aqui eles fazem a formatura todo mundo junto. É bacana porque dá grandiosidade a festa.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4657539866/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4012/4657539866_5ab6b4733f.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Várias ruas cheias de formandos!</p>
<p>A festa também abrigou um protesto de alguns formandos contra a lei SB 1070 aprovada no Arizona que torna drástica a abordagem de policiais a imigrantes que estejam sem documentos&#8230; (é bom mostrar que questões sociais sendo discutidas em universidade pública não é uma exclusividade do Brasil)</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/4656924519/sizes/o/in/set-72157624051879781/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4042/4656924519_5e70a060c1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/640/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/640/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=640&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Danilo Regi</media:title>
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		<item>
		<title>A primeira viagem de avião (rumo a Austin)</title>
		<link>http://daniloregi.wordpress.com/2010/06/02/a-primeira-viagem-de-aviao-rumo-a-austin/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 16:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou de volta! E agora em outro país! Terra Ianque, ou estadunidense ou americana como a&#8230; deixa pra lá, como costumamos usar. Mias exatamente em AUSTIN, capital do Texas. Fiz uma fabulosa viagem até aqui, deixar São Paulo de avião por volta das 11h do dia 17 foi uma ótima idéia. Pude ver São Paulo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=633&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Estou de volta! E agora em outro país!</p>
<p>Terra Ianque, ou estadunidense ou americana como a&#8230; deixa pra lá,  como costumamos usar. Mias exatamente em AUSTIN, capital do Texas.</p>
<p>Fiz uma fabulosa viagem até aqui, deixar São Paulo de avião por volta  das 11h do dia 17 foi uma ótima idéia. Pude ver São Paulo magnífica  pela altura dos 3000 mil metros viva! E pulsante, um tecido vivo  correndo veias pulsando carros acesas de sanguíneo mercúrio! Um  espetáculo sem palavras!<br />
Minha primeira vez foi magnífica&#8230; E a sensação de levantar vôo?</p>
<p>Um friozinho na barriga de quem nunca sabe quando vai ser a hora&#8230; o  avião acelera e freia as turbinas para se posicionar na pista e eu  sempre pensando `será a hora do vôo?&#8230; não, na hora o monstro de metal  leve pesando dezenas de toneladas justifica a razão pela qual consegue  voar despejando toda potência nas turbinas e tudo vai ficando rápido,  rápido, parecendo transição de filme para outra dimensão e a pista  parece não acabar mais e por fim, no quase lá, ele suspende mais ainda  sentimos solo, mais uns décimos e algo percorre a espinha como se  pudéssemos sentir o exato momento que os nossos pés dele, avião,  deixassem o solo.</p>
<p>Durante o vôo, noturno, teoricamente se pode dormir, mas eu não  imaginava que o ruído interno era de tal altura, até dá&#8230; mas não é  confortável. Um oriental senhorzinho sentado ao meu lado, senhor genial,  boa companhia. Comida quase plástica e esterilizada vem em potinhos  descartáveis&#8230; aeromoças &#8220;espikando&#8221; só em inglês, nossas primeiras  tentativas de enrolar umas palavras e improvisar algo.</p>
<p>E o bichão segue sempre vibrante, a tal turbulência, o asfalto do ar,  vocês sabem&#8230; nunca esta perfeitamente pavimentado. Sensação estranho  tenho quando o avião dá guinadas de lado para aprumar a rota&#8230;  parece&#8230; cabe quando você balança bem alto a tal ponto de no topo, no  ápice sentir um frio na barriga que diz que&#8230; vai cair! Então, quando o  avião inclina lateralmente parece que você vai cair da poltrona! ha ha.  Derivo que pilotar um caça deve ser maravilhoso também.</p>
<p>Pra que dormir? <span id="more-633"></span>de vez em quando ligo o computador no encosto da  poltrona da frente e vejo algumas informações, tento assistir a filmes  fora do ar (ou seria melhor dentro dele?) e, principalmente, acompanhar  onde estamos! Bacana, o programinha da American Airlines mostra exatas  altura, velocidade e distância do destino. O que me permite saber que o  avião, um 777, costuma viajar a 820km/h a uma altura de 10 mil metros e  mais ou menos no meio do percurso, sobre o oacenão (acho que ele tava com  medo de água) aumentou velocidade e altura para quase 890km/h e 11 mil  metros.</p>
<p>Consegui dormir um pouco, 10 horas de vôo, a viagem passou, na  chegada no gigantesco aeroporto de Fort Worth, Dallas, fico contente de  vermos aterrissando, a tranquilidade total só ao tocar o solo. Depois  faço conexão para Austin, tudo bem orientado, quando me perco é só  perguntar. A senhorinha da lojinha troca meu dinheiro alto com muita  presteza e após 4 horas (e um café do Mc Donalds cujo stick de frango por  inteiro brilhava óleo) pego um avião bem menor pra Austin.</p>
<p>Já de dia posso ver as cidades lá em baixo, campos milimetricamente  desenhados como um xadrezinho no chão&#8230; lembro das aulas de geografia  sobre os belts americanos&#8230; mas não são belts. São pequenas platações,  tiro fotos, logo surge um borrão grande de água&#8230; E como poderia  esquecer, posso ver a asa do avião tremendo bastante o que, é claro, me  dá a constante sensação de insegurança, mas é rápido, uma hora. Antes  disso, aliás, antes da decolagem, uma nota sobre a cultura americana, o  piloto anuncia a presença de um Marine (militar americano, falta-me  checar a força), e boa parte dos tripulantes aplaudem&#8230; o Marine na  hora de descer do avião para antes da minha cadeira e me da passagem.</p>
<p>Já o pouso desse menor avião de asas tremulantes apresenta um grande  susto. Ele pousa, mas seu método de frenagem é assustador, ao que  parece, reverte a potência das turbinas e ruído é altíssimo, parece que  elas não vão aguentar, que vão explodir&#8230; e pronto estou entregue!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/633/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=633&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A história da internet</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 03:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse post conto um trecho da história da internet, o texto compõe o meu tcc sobre iptv usp que será exposto no final do semestre. A maioria dos links é para wikipédia, trazendo mais informações sobre os verbetes. O texto é provisório e está sendo revisado mediante a preparação do tcc, logo ainda não está [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=620&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nesse post conto um trecho da história da internet, o texto compõe o meu tcc sobre iptv usp que será exposto no final do semestre. A maioria dos links é para wikipédia, trazendo mais informações sobre os verbetes. O texto é provisório e está sendo revisado mediante a preparação do tcc, logo ainda não está no seu formato final, futuramente poderá conter fotos e mais dados. Também publicarei outros posts complementando esse. Caso encontre algum erro, por favor, entre em contato ajude para que o conteúdo fique melhor não só para mim, mas pra todos nós!<strong><br />
</strong></em></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>De onde veio isso tão comum que nominam internet? </strong></h2>
<p>Retomar o surgimento da internet é importante porque as bases tecnológicas e ideológicas que forjaram esse meio estão por trás dele enquanto fenômeno de renovação tecnológica. A rede só se tornou um meio fortemente colaborativo de fácil acesso (em relação a outras tecnologias de comunicação) e praticamente universal com respeito à compatibilidade devido à idealização pontual de muito de seus precursores. Pra contar essa história melhor, uma das nossas bases é a retomada histórica que Castells (2003) faz em “A Galáxia da Internet”, vamos lá.</p>
<p>De acordo com Castells (2003), no fim dos anos 50, nos EUA, em meio aos esforços americanos para fomentar pesquisas militares no começo da corrida espacial, no auge da Guerra Fria, a internet foi criada pelo departamento de defesa, a Advanced Research Projects Agency (ARPA), em 1958. Tinha por objetivo mobilizar recursos de pesquisa no mundo universitário e obter superioridade tecnológica em relação à União Soviética, que lançara o satélite Sputnik, em 1957. Em 1962, foi criado o Information Processing Tecniques Office (IPTO), um departamento da ARPA, com objetivo de “estimular a computação interativa”. Uma das frentes de trabalho do IPTO foi criar uma rede entre os computadores da ARPA para aproveitar melhor on-line (ou seja, em tempo real) o tempo de computação da ARPA. Foi assim, numa agência de projetos avançados militares, buscando aumentar a eficiência de trabalho de seus computadores, que surgiu, em setembro de 1969, a <a title="vernete da wikipédia arpanet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arpanet" target="_blank">Arpanet</a>.</p>
<p>Para construir essa rede, a Arpanet utilizou uma tecnologia nova de transmissão de telecomunicações, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comuta%C3%A7%C3%A3o_de_pacotes" target="_blank">comutação por pacote</a>, desenvolvida independentemente por Paul Baran e Donald Davies. Essa tecnologia permitia uma rede de comunicação descentralizada e flexível e foi proposta por Baran ao Departamento de Defesa como um sistema de comunicação militar que fosse capaz de sobreviver a um ataque nuclear. Os primeiros nós da rede foram criados em 1969, e em 1971 já havia 15 nós ligando os principais centros universitários de pesquisa.<span id="more-620"></span></p>
<p>O passo seguinte foi interligar a Arpanet a outras redes de comunicação que estavam sobre o controle da ARPA. Isso requeria um novo conceito: uma rede de redes. Para que redes diferentes pudessem conversar, era preciso um protocolo padronizado. Isso foi possível, em parte, a partir de 1973, quando num seminário em Stanford, um grupo liderado por Vint Cerf, Gerard Lelann e Robert Metcalfe apresentou um projeto do protocolo de controle de transmissão em inglês: TCP. Em 1978, Cerf e os outros dois pesquisadores, na Universidade de Califórnia do Sul, dividiram o TCP em duas partes, acrescentando um protocolo intra-rede (IP) o que gerou o protocolo TCP/IP, padrão usado pela internet até hoje (CASTELLS, 2003).</p>
<p>Em 1983, o governo criou uma rede própria para fins militares e a Arpanet passou a se dedicar apenas à pesquisa. Em 1984, a National Science Foundation (NSF) montou uma rede e, em 1988, passou a usar o backbone da Arpanet que, em 1990, já estava obsoleta e passou ao controle da NSF, deixando pra trás o vínculo militar da rede. A NSF decidiu privatizar a rede. Já havia espaço para tanto porque o Departamento de Defesa decidira comercializar a tecnologia da internet, financiando os fabricantes de computadores dos EUA para que incluíssem o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tcp/ip" target="_blank">TCP/IP</a> em seus protocolos desde a década de 80. Dessa forma, em 1995 quando a rede da NSF foi extinta se iniciou as operações privadas com a internet.</p>
<p>Mas não só a Arpanet foi responsável pela disseminação da internet. Segundo Castells (2003), em 1997, dois estudantes de Chicago, Ward Chistensen e Randy Suess, escreveram um programa que era capaz de trocar mensagens entre computadores. Ele modulava a mensagem em códigos para envio através da linha telefônica, enviava para outro computador e, no outro computador, ele demodulava a mensagem para que pudesse ser lida. Devido a essa operação modular e demodular, os criadores o chamaram de MODEM.  Os criadores liberaram o código do modem na rede e ele se constituiu na forma mais barata de aceso a rede.</p>
<p>A liberação da tecnologia do modem é um exemplo de uma tendência que foi ganhando força em torno da internet, a do código livre, e que também influenciou na sua formatação. Em 1974, os laboratórios Bell liberaram para as universidades o código de seu sistema operacional, o UNIX, inclusive permitindo a sua alteração. Dessa forma, ele se tornou uma das principais linguagens de desenvolvimento nos departamentos de computação. Em 1978, a Bell distribuiu o programa UUCP (unix-to-unix copy) que permitia a cópia de arquivos entre computadores. Sobre ele, quatro estudantes desenvolveram um programa de comunicação entre computadores, permitindo o surgimento da rede Usenet News em 1980. A Usenet chegou a Berkeley, um dos nós da Arpanet, e por lá um grupo de estudantes de pós-graduação conseguiu desenvolver um programa que fazia a ponte entre as duas redes.</p>
<p>Além da liberação do código fonte pela Bell, o Unix aparece uma segunda vez de forma decisiva, contribuindo para o movimento de fonte aberta.  Em 1984, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Stallman" target="_blank">Richard Stallman</a>, programador do laboratório de Inteligência Artificial do MIT, numa reação à decisão da AT&amp;T de reivindicar direitos de propriedade sobre o UNIX, lançou a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Free_Software_Fondation" target="_blank">Free Software Foundation</a>, propondo a substituição do copyright pelo que chamou de copyleft. Com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Copyleft" target="_blank">copyleft</a> ele quis nominar que qualquer pessoa poderia utilizar o código daquela propriedade desde que disponibilizasse o código modificado sob a mesma forma de direito. Sob essa licença, Stallman criou um sistema operacional como alternativa ao Unix, o GNU.</p>
<p>Em 1991, dando continuidade a esse princípio, Linus Torvalds, um estudante de Helsinki desenvolveu um sistema operacional baseado na linguagem unix, o Linux, e o liberou na rede. O linux recebeu contribuições do mundo inteiro sendo adaptado para diversos fins a tal ponto, segundo Castells (2003), que é um dos sistemas mais avançados do mundo e em 2001 rodava em 60% dos servidores www (word wide web).</p>
<h2><strong>Três w que alcançaram o mundo</strong></h2>
<p>Por falar em www, após todo esse desenvolvimento, a internet ainda não tinha a cara com a qual a conhecemos, o que a restringia muito aos iniciados em técnicas de programação. Mas isso também começou a mudar em 1990, com uma aplicação de compartilhamento de informação desenvolvida pelo programador inglês, Tim Berners-Lee, que trabalhava no CERN, laboratório europeu de estudos de partículas.</p>
<p>Mas antes de falarmos de Berners-Lee, programador que até hoje é muito respeitado pela criação da www, vamos voltar algumas décadas para ver de onde ele tirou essas idéias. Já essa história quem me ajuda a contar é Cláudia Dias (2007), em seu livro “Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis”. Ela nos lembra que, em julho de 1945, Vannevar Bush, engenheiro político e incentivador da ciência – com papel também no desenvolvimento da bomba-atômica – publicou um artigo “As we may think” em que, segundo a Wikipédia, ele “argumentava que enquanto os humanos iriam virando as costas para a guerra, esforços científicos deveriam variar do aumento de habilidades físicas para fazer todo o conhecimento humano previamente coletado mais acessível.”(DIAS, 2007). Por hora chamo a atenção para as proximidades do nome do “<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/As_we_may_think" target="_blank">As we may think</a>” de Bush e do “Just Think!” descrito por Lessig.</p>
<p>No artigo, Bush descreve uma máquina que possibilitaria o arquivamento e a pesquisa de forma não linear, ou seja, mais parecida com a forma com que pensamos. Era o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Memex" target="_blank">Memex</a>. Com esse dispositivo “uma pessoa poderia consultar todos os seus livros, fotos, jornais, revistas e correspondências de forma rápida e flexível como se fosse uma extensão de sua memória” (DIAS, 2007: 3).</p>
<p>Segundo Dias (2007), essa idéia de interligar idéias, ou o conteúdo de diversas plataformas diferentes, ficou adormecida até 1965, quando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodor_Nelson" target="_blank">Theodore Nelson</a> a renovou, criando o termo hipertexto no seu projeto <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Xanadu" target="_blank">Xanadu</a> (“um hipertexto aberto, auto-evolutivo, destinado a vincular toda a informação passada, presente e futura do passado”, segundo Castells, 2003), cuja proposta era implementar uma rede de publicações eletrônica, instantânea e universal. O conceito de Nelson estava relacionado à idéia de leitura/escrita não-linear em sistemas informatizados (DIAS, 2007: 4). Finalmente, em 1968, foi apresentado pelo centro de pesquisa de Standford, um editor de textos concretizando as idéias de Bush e Nelson. “O Augment implementava links entre diferentes arquivos, filtros e múltiplas janelas controlados pelo usuário” (DIAS, 2007: 4).</p>
<p>Assim, o conceito base para os links, os pontos clicáveis, hoje indissociáveis da internet, veio com Bush em 1945, sua transposição para o computador e aprimoramento é de Nelson e sua disseminação se deu em 1968. Bom, para completar o caldeirão de ingredientes de onde Berners-Lee tirou a www, só está faltando o desenvolvimento dos <a title="História do computador pessoal na wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal#Hist.C3.B3ria" target="_blank">computadores pessoais</a> pela Machintosh e IBM em 1970, com papel especial a Machintosh, por ter criado os primórdios da interface gráfica como a conhecemos hoje.</p>
<p>Em dezembro de 1990, com essas tecnologias sendo utilizadas, inclusive a internet, Berners-Lee pegou um programa que havia escrito em 1980, definiu e implementou um software que permitia obter e acrescentar informação de e para qualquer computador conectado através da internet. Ele havia desenvolvido um programa navegador e editor e chamou esse sistema de hipertexto de world wide web (www), a rede mundial, que ele  lançou em agosto de 1991, criando também a primeira página web, liberando o código na rede.</p>
<p>Muitos “hackers” passaram a desenvolver variantes do navegador, um deles foi o Mosaic, feito por Marc Andreessen e Eric Bina, na Universidade de Illinois. O Mosaic, divulgado em 1993, tinha uma avançada capacidade gráfica, tornando possível captar e distribuir imagens pela internet. O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosaic" target="_blank">Mosaic</a> tinha um design importado do mundo dos softwares multimídia:</p>
<p>Os dois fundaram a “Netscape Communications” e criaram o primeiro navegador comercial, o Netscape Navigator, em dezembro de 1994. Devido ao sucesso do Navigator, a Microsoft, em 1995, lançou, junto com o seu sistema operacional Windows 95 o seu próprio navegador, o Internet Explorer.</p>
<p>Encerrando a história do começo da internet, por volta de 1995 ela “estava privatizada dotada de uma arquitetura técnica aberta, que permitia interconexão de todas as redes de computadores em qualquer lugar do mundo; a www podia, então, funcionar com software adequado e vários navegadores de uso fácil estavam à disposição do público” (LESSIG, 2005).</p>
<p>Embora ela tenha pé até mesmo em 1945, tenha sido formada em 1969, disseminada por “hackers” em 1970, foi só em 1995 que a internet nasceu para o público geral. Mas por que falar na história do começo da internet? Isso porque ela continua se renovando – como desde sempre, aliás – e uma das grandes mudanças mais recentes, foi o surgimento das comunidades sociais que muito nos interessará, pois o IPTV embarca nesse processo, mas contemos essa parte mais a frente.</p>
<p><em>Obs.: todas as contribuições terão seus créditos devidamente registrados.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/620/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=620&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Frejat, Zélia Duncan, Fernanda Takai e Orquestra</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 02:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cult-Art-Pleasure]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[fernanda takai]]></category>
		<category><![CDATA[frejat]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse post fotos, vídeos e o comentário sobre o show Foi bem gostoso o show hoje no Ibirapuera, com Frejat, Zélia Duncan, Fernanda Takai e a Orquestra Arte Viva. Estava combinando com  o dia ensolarado ou com o vestido primavera como Duncan mesmo se disse. Ouvimos a abertura da Orquestra Arte Viva tocando Trenzinho Caipira [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=599&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nesse post fotos, vídeos e o comentário sobre o show<br />
</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3960657819/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3461/3960657819_4a12f225ab.jpg" alt="" width="500" height="218" /></a></p>
<p>Foi bem gostoso o show hoje no Ibirapuera, com Frejat, Zélia Duncan, Fernanda Takai e a Orquestra Arte Viva. Estava combinando com  o dia ensolarado ou com o vestido primavera como Duncan mesmo se disse. Ouvimos a abertura da Orquestra Arte Viva tocando Trenzinho Caipira em comemoração ao cinquentenário de morte de Heitor Villa Lobos. Depois a voz suave de Fernanda Takai, muitíssimo delicada cantando Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos de Caetano Veloso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3961428202/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3042/3961428202_ff98422678.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Fernanda cantou mais duas músicas e chamou Zélia Duncan com quem fez companhia no palco por uma canção.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3960662617/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3470/3960662617_8b8cc7da72.jpg" alt="" width="500" height="345" /><span id="more-599"></span></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3960665593/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignright" src="http://farm3.static.flickr.com/2492/3960665593_eea7145f9c.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a>Zélia cantou sucessos como Alma e a insubstituível Catedral (adoro essa música, aliás, quem não gosta?).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3961440574/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2447/3961440574_98af11ccd7.jpg" alt="" width="500" height="339" /></a></p>
<p>Foi a vez de Zélia chamar Frejat, cantaram juntos e Frejat cantou seus sucessos e empolgou o povo com Por Você.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3960655623/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2621/3960655623_6bbc68a936.jpg" alt="" width="500" height="398" /></a></p>
<p>Os três voltaram ao palco para cantar juntos Por Você e Exagerado de Cazuza. Aliás, além de Heitor Villa Lobos, Cazuza era o outro homenageado, estranhamente recebeu só uma música (salvo a minha ignorância de suas composições, as vezes alguma outra música tocada poderia ser dele).</p>
<p>O Sol lindo&#8230; tão forte que nos queimava sentados no gramado. Por falar em nós, muito bom, muito civilizado talvez, todo o público podendo assistir sentado no gramado, após, é claro, algumas manifestações contra um ou outro que ficara de pé atrapalhando a visão dos detrás. Enfim todos se sentaram no gramado do Ibirapuera e assim o show correu&#8230; sem empurra empurra, muito tranquilo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2667/3961423574_ded9d8ae15.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Os cantores pareciam estar muito a vontade, suspeitei até que não tinham ensaiado tanto: Fernanda saíra do palco, depois voltará pra chamar Zélia; em Por Você, Frejat abriu a música e Zélia deixou um &#8216;espaço&#8217; sem cantar que foi graciosamente preenchido por uma brincadeira dos cantores, o público gostou.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/--Au6u-USUg/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Fernanda Takai está por aqui, em São Paulo, ia cantar mais tarde as 15h com Pato Fu no Sesc Itaquera. O show ocorreu no Auditório do Ibirapuera, era pra começar as 11h e deve ter atrasado cerca de dez minutos&#8230; bem legal.</p>
<p>Abaixo vem os vídeos que fiz com algumas músicas cantadas no show, não os dei destaque de primeira, porque acabaram ficando prejudicados pelo vento, pela diferença de contraste eo sol no público e a sobra do palco e principalmente pela distância, que leva a &#8216;tremedeira&#8217;, mas dá pra curtir o som.<a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/sets/72157622349597783/" target="_blank"> Você pode ver todas as fotos do evento também</a>.</p>
<p>Fernanda Takai canta Debaixo dos Caracóis do seus cabelos:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/8PGUvuqlazA/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Zélia Duncan canta Alma:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/zV7QqiIvjlQ/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Zélia canta Catedral:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/aZfTm79n4ns/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Zélia e Frejat cantam Mãos Atadas, música de Simone Saback:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/sinIddqNydc/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Frejat canta Amor meu grande amor:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/T_MhQIHLv9I/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Frejat canta Procuro um amor:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/tib-DCOL74g/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Os três encerraram o show cantando juntos Exagerado de Cazuza:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/27/frejat-zelia-duncan-fernanda-takai-e-orquestra/"><img src="http://img.youtube.com/vi/w3PoDHT7Kfk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/599/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=599&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Danilo Regi</media:title>
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		<title>Luz negra de Goeldi</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cult-Art-Pleasure]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[caixa cultural]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[expressionismo]]></category>
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		<category><![CDATA[xilogravura]]></category>

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		<description><![CDATA[“Cada traço é um pedaço de nervo com a veemência de um coração bárbaro” Dia desses pude conhecer melhor o trabalho de Oswaldo Goeldi, autor da frase acima, o nome, confesso, não me era familiar, mas pela vitrina da Caixa Cultural na Av. Paulista, vi um quadro que me lembrou um livro de literatura do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=593&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Cada traço é um pedaço de nervo com a veemência de um coração bárbaro”</em></p>
<div id="attachment_594" class="wp-caption alignleft" style="width: 318px"><a href="http://daniloregi.files.wordpress.com/2009/09/a-chuva-de-goeldi.jpg"><img class="size-full wp-image-594 " title="A Chuva de Goeldi" src="http://daniloregi.files.wordpress.com/2009/09/a-chuva-de-goeldi.jpg?w=500" alt="Foto de Julia Mota publicada no flickr"   /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Julia Mota publicada no flickr</p></div>
<p>Dia desses pude conhecer melhor o trabalho de Oswaldo Goeldi, autor da frase acima, o nome, confesso, não me era familiar, mas pela vitrina da Caixa Cultural na Av. Paulista, vi um quadro que me lembrou um livro de literatura do colegial (era a gravura “Chuva”). E foi por essa altura que havia lido pela primeira vez sobre o expressionismo uma tendência nascida na Europa, em especial na Alemanha no fim do século XIX, em que os artistas retratavam a realidade enfatizando – ou distorcendo – os detalhes que lhe chamavam a atenção (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Expressionismo" target="_blank">ler sobre expressionismo na Wikipédia</a>).</p>
<p>A tendência ganhou maestria, por aqui, nas gravuras de Goeldi, artista brasileiro nascido em 1885 no Rio de Janeiro. Filho de um cientista suíço ilustrador da natureza, Goeldi passou a infância em Belém, no Pará. Aos 6 anos, voltou com a família para Europa, passando por lá por todo o período da I Guerra e regressando em 1919. Antes disso, em 1917, havia abandonado a escola de Politécnica de Zurich para ingressar na escola de Artes de Genebra. De volta ao Brasil, começou a desenhar para o jornal A Manhã e para a revista Para todos, em 1926 ilustrou Canaan de Graça Aranha. Em 1941 ilustrou Guerra e Paz de Dostoievski. Nesse tempo já tinha participado de várias exposições internacionais e por volta de 1950 já era reconhecido internacionalmente. Este é um resumo bastante sintético da biografia de Goeldi <a href="http://www.oswaldogoeldi.org.br/" target="_blank">veja mais no item biografia no site oficial sobre o artista</a>. O artista morreu em 1961.</p>
<p>Mas voltando as impressões&#8230; me chamou muito a atenção o fato do autor utilizar muito o preto, não é muito comum. Isso por si só chama atenção, dessa forma ganha grande destaque algumas impressões que ele quer passar, assim é “Chuva” que se concentra num de seus símbolos, o guarda-chuva.</p>
<p>Conversando com a monitora da exposição, Marili Serafin <span id="more-593"></span>– descobri que as exposições na Caixa Cultural, no geral, têm monitores para nos auxiliar a entender as obras – notei alguns outros detalhes, como a recorrência de figuras ligadas ao cais como peixes, pescadores, prostitutas, gelo, talvez lembranças de Goeld. No quadro portadores de gelo Marili chama a atenção para a pedra de gelo que o trabalhador carrega, provavelmente numa peixaria, sobre o ombro e apoiada a cabeça. Ela diz que o autor ao destacar o gelo, pode querer chamar a atenção para o quão drástica é a sensação de carregar gelo em contato com a orelha e a cabeça&#8230; é um bom exemplo do impressionismo, nos quadros gritam cores ou tamanhos o que o autor sente e/ou quer passar daquela atmosfera. Nesse universo recriado não tem leis, foi interessante notar que em alguns quadros em que o assunto era quase monocolor (como uma arraia no mar), o artista o recriava com muitas cores.</p>
<p>Uma das principais formas que o artista usava para se expressar era a xilogravura, uma forma de impressão em que o artista entalha a gravura em um pedaço de madeira. Nesse pedaço se passa tinta e, como num carimbo, essa gravura pode ser impressa em papel, possibilitando a tiragem de várias cópias (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura" target="_blank">mais em xilogravura na wikipédia</a>). Pela exposição da Caixa pude ver, com auxílio de uma lupa, o quão minucioso é o trabalho de entalhe do gravador ao fazer a matriz de um quadro na madeira. É bastante interessante, pois é possível notar que há vários tipos de madeiras que causam efeitos diferentes na textura das impressões.</p>
<p>Selecionei várias gravuras para comentar, mas infelizmente não as encontrei sob a licença de creative commons de forma que não poderei exibi-las (inclusive a Chuva, exposta aqui, aguarda autorização da fotógrafa Julia Mota, para eu saber se posso mantê-la aqui). Mas você pode encontrar imagens no flickr buscando pelo nome do autor, um grande expressionista brasileiro.</p>
<p>É uma pena que a exposição já acabou, foi de 15 a 20 de agosto, recomendo a todo mundo ir ver, caso tenha oportunidade, por si só as gravuras já fogem do comum pelo grande uso da cor preta; vale também por observar a minúcia no tratamento de madeira; por ver as fases do processo de criação (o autor fazia rascunhos e testes de cor) e para observar como a cor pode ser utilizada de forma muito diversa da qual estamos acostumados a ver; ainda é interessante a característica, presente na xilogravura, de saber quantas cópias foram tiradas da gravura e para qual delas se está olhando – um numerozinho que vem no rodapé do quadro.</p>
<p>Quanto a impressão geral que levo do que vi do autor,  na exposição &#8216;Luz Noturna&#8217; &#8211; um dos quadros dele -  é a de que a sua sensibilidade e forma de se expressar podem mesmo ser sintetizadas por aquela frase. Muito bom.</p>
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<p class="MsoNormal"><em>“Cada traço é um pedaço de nervo com a veemência</em> de um coração bárbaro”</p>
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<p class="MsoNormal">Dia desses pude conhecer melhor o trabalho de Oswaldo Goeldi, autor da frase acima, o nome, confesso, não me era familiar, mas pela vitrina da Caixa Cultural na Av. Paulista, vi um quadro que me lembrou um livro de literatura do colegial (era a gravura “Chuva”). E foi por essa altura que havia lido pela primeira vez sobre o expressionismo uma tendência nascida na Europa, em especial na Alemanha no fim do século XIX, em que os artistas retratavam a realidade enfatizando – ou distorcendo – os detalhes que lhe chamavam a atenção (ler sobre expressionismo na Wikipédia).</p>
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<p class="MsoNormal">A tendência ganhou maestria, por aqui, nas gravuras de Goeldi, artista brasileiro nascido em 1985 no Rio de Janeiro. Filho de um cientista suíço ilustrador da natureza, Goeldi passou a infância em Belém, no Pará. Aos 6 anos, voltou com a família para Europa, passando por lá por todo o período da I Guerra e regressando em 1919. Antes disso, em 1917, havia abandonado a escola de Politécnica de Zurich para ingressar na escola de Artes de Genebra. De volta ao Brasil, começou a desenhar para o jornal A Manhã e para a revista Para todos, em 1926 ilustrou Canaan de Graça Aranha. Em 1941 ilustrou Guerra e Paz de Dostoievski. Nesse tempo já tinha participado de várias exposições internacionais e por volta de 1950 já era reconhecido internacionalmente. Este é um resumo bastante sintético da biografia de Goeldi veja mais no item biografia no site oficial sobre o artista. O artista morreu em 1961.</p>
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<p class="MsoNormal">Mas voltando as impressões&#8230; me chamou muito a atenção o fato do autor utilizar muito o preto, não é muito comum. Isso por si só chama atenção, dessa forma ganha grande destaque algumas impressões que ele quer passar, assim é “Chuva”.</p>
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<p class="MsoNormal">Conversando com a monitora da exposição, Marili Serafin – descobri que as exposições na Caixa Cultural, no geral tem monitores para nos auxiliar a entender as obras – notei alguns outros detalhes, como a recorrência de figuras ligadas ao cais como peixes, pescadores, prostitutas, gelo, talvez lembranças de Goeld. No quadro portadores de gelo Marili chama a atenção para a pedra de gelo que o trabalhador carrega, provavelmente numa peixaria, sobre o ombro e apoiada a cabeça. Ela diz que o autor ao destacar o gelo, pode querer chamar a atenção para o quão drástica é a sensação de carregar gelo em contato com a orelha e a cabeça&#8230; é um bom exemplo do impressionisto, nos quadros gritam cores ou tamanhos o que o autor sente e/ou quer passar daquela atmosfera. Nesse universo recriado não tem leis, foi interessante notar que em alguns quadros em que o assunto era quase monocolor (como uma arraia no mar), o artista o recriava com muitas cores.</p>
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<p class="MsoNormal">Uma das principais formas que o artista usava para se expressar, era a xilogravura, uma forma de impressão em que o artista entalha a gravura em um pedaço de madeira. Nesse pedaço se passa tinta e, como num carimbo, essa gravura pode ser impressa em papel, possibilitando a tiragem de várias cópias. (mais em xilogravura na wikipédia). Pela exposição da Caixa pude ver, com auxílio de uma lupa, o quão minucioso é o trabalho de entalhe do gravador ao fazer a matriz de um quadro na madeira. É bastante interessante, pois é possível notar que há vários tipos de madeiras que causam efeitos diferentes na textura das impressões.</p>
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<p class="MsoNormal">Selecionei várias gravuras para comentar, mas infelizmente não as encontrei sob a licença de creative commons de forma que não poderei exibi-las (inclusive a Chuva, exposta aqui, aguarda autorização da fotógrafa Julia Mota, para eu saber se posso mantê-la aqui). Mas você pode encontrar imagens no flickr buscando pelo nome do autor, um grande expressionista brasileiro.</p>
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<p class="MsoNormal">É uma pena que a exposição já acabou, foi de 15 a 20 de agosto, recomendo a todo mundo ir ver, caso tenha oportunidade, por si só as gravuras já fogem do comum pelo grande uso da cor preta; vale também por observar a minúcia no tratamento de madeira; por ver as fases do processo de criação (o autor fazia rascunhos e testes de cor) e para observar como a cor pode ser utilizada de forma muito diversa da qual estamos acostumados a ver; ainda é interessante a característica, presente na xilogravura, de saber quantas cópias foram tiradas da gravura e para qual delas se está olhando – um númerozinho que vem no rodapé do quadro.</p>
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<p class="MsoNormal">Qaunto a impressão geral que levo do que vi do autor, sua sensibilidade e forma de se expressar podem mesmo ser sintetizadas por aquela frase.</p>
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			<media:title type="html">A Chuva de Goeldi</media:title>
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		<title>Sabor natural de limão na Galletita Havanna</title>
		<link>http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/10/sabor-natural-de-limao-na-galletita-havanna/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 20:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3906976453/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignright" src="http://farm3.static.flickr.com/2491/3906976453_07b7f9a47e_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>A Galletita é uma delícia por definição cara e rara, he he, é porque as doses são pequenas (25g), pra quem está acostumado a comer meio pacote de bolacha&#8230; aaahh, mas compensa experimentar, a naturalidade do sabor de limão nessa espécie de bolacha recheada é difícil de se encontrar&#8230; ao menos eu nunca provei algo assim em termos de recheio de limão. É um sabor bem presente, embora suave, o recheio parece realmente (e não só como diz as muitas propagandas) derreter na boca e espalhar sabor. Já as bolachas são levemente crocantes e para dar uma idéia, é como se fossem da massa da passa tempo só que mais aprimoradas, mais macias a fabricante é a argentina Havanna &#8211; marca muito conhecida pelos seus alfajores. Essa aí da foto eu ganhei de uma amiga que me trouxe da Argentina, Mari, muito obrigado!</p>
<p>Mas você pode encontrar por aqui em São Paulo em quiosques em alguns shoppings como Center 3, Eldorado e Villa Lobos, vou dar uma olhada no valor e escrever nesse post. Deixa eu comer o restinhos que sobrou da minha.</p>
<p>Ah, também experimentei o chocolate ao leite da Havanna, a opinião está <a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/10/chocolate-ao-leche-havanna/">aqui</a>.</p>
<p>Pra quem quiser dar um pulinho no site da Havanna, o link:  <a rel="nofollow" href="http://www.havanna.com.ar/" target="_blank">http://www.havanna.com.ar/</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/579/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/579/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=579&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Chocolate ao Leche Havanna</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Regi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chocolates, doces e bolachas]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate argentino]]></category>
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		<description><![CDATA[Quanta expectativa para experimentar o chocolate argentino da marca Havanna! Conheci, por intermédio de uma amiga, a bolacha Galletita (veja o post) que adorei, depois descobri que também havia chocolate ao leite, logo imaginei que também eram de outro mundo, aliás, a marca também é reconhecida pelo seus Alfajores. E corri muito atrás, por aqui, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=576&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/88497561@N00/3906970437/sizes/o/" target="_blank"><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3454/3906970437_8a07bcbd7e_m.jpg" alt="" width="240" height="206" /></a>Quanta expectativa para experimentar o chocolate argentino da marca Havanna! Conheci, por intermédio de uma amiga, a bolacha Galletita (<a href="http://daniloregi.wordpress.com/2009/09/10/sabor-natural-de-limao-na-galletita-havanna/" target="_self">veja o post</a>) que adorei, depois descobri que também havia chocolate ao leite, logo imaginei que também eram de outro mundo, aliás, a marca também é reconhecida pelo seus Alfajores. E corri muito atrás, por aqui, nos quiosques da marca, mas  ele nunca que chegava e, depois de meses, uma amiga minha, a Mari, trouxe de uma viagem a Argentina o tão esperado chocolate. Muito obrigado Mari, enfim eu pude experimenta-lo, eis a opinião:</p>
<p>É melhor se apegar à Galletita, o chocolate não desponta da mesma forma, ele é gostoso, mas não chega a empolgar, é como se fosse o nosso chocolate de marcas nacionais correntes com um pouquinho só mais de: cremosidade, sabor forte e menos doce. Fica elegante, não digo que não, mas é que por aqui você vai encontrá-lo por R$ 13,00, acho muito cara por ele. Pra quem quiser experimentar o chocolate ou a recomendada Galletita você pode encontrar por aqui em São Paulo em quiosques em alguns shoppings como Center 3, Eldorado e Villa Lobos.</p>
<p>Pra quem quiser dar uma olhada nos produtos da marca, segue o link: <a rel="nofollow" href="http://www.havanna.com.ar/" target="_blank">http://www.havanna.com.ar/</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/daniloregi.wordpress.com/576/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/daniloregi.wordpress.com/576/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=daniloregi.wordpress.com&amp;blog=6651495&amp;post=576&amp;subd=daniloregi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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